Quanto menos comes, bebes, compras livros e vais ao teatro, pensas, amas, teorizas, cantas, sofres, praticas esporte, mais economizas e mais cresce o teu capital. És menos, mas tens mais. Assim todas as paixões e atividades são tragadas pela cobiça. Karl Marx.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sono, sono, sono,....Tô dormitando que nem um gato em frente ao computador. Um ano inteiro com dois empregos que me 'exigem' tão me matando. QUERO, NECESSITO trabalhar só em um com salário de dois.

Sabe que coloquei o tal contador de acessos no blog, aquele que conta por semana. Pois na sexta dava 89 acessos e hoje mais de 190. Como pode?? Acho que tá errado pq 100 acessos num findi? Assim vou pedir patrocínio rsrsrs. 

E o Ronaldo em sua despedida? Pô, elogiou a torcida do Corinthians, mas foram muito paunocu com ele. Gosto do Ronaldo, foi um grande jogador, mas tá 'bichado' há muito tempo... 


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Eu e Cricri nos encontramos e, como sempre, foi divertido e produtivo. Tomei uma decisão inspirada nessa minha corajosa amiga. Esse ano vou plantar o terreno pra num futuro próximo ser dona de minha força de trabalho. Projeto NUNCA mais bater cartão ponto! E ponto.


Nessa terra dos concursos as pessoas só vêem essa opção. Eu seria triste trabalhando na burocracia de uma máquina estatal. Mas os conceitos estão mudando. Um cara de 20 anos pensa em concurso por causa da aposentadoria. Então nêgo passa 30 anos de sua juventude infeliz pra aposentar com bom salário.

Sejamos corajosos, vamos apostar em nosso talento e ter saídas alternativas, afinal essa é uma das instituições brasileiras a criatividade e o jeitinho. Jeitinho comk jogo de cintura pra driblar as tretas.

Beijos, não me liguem pois ainda tô sem celular.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sonhei com o Karl Marx, sério, sonhei com o cara, pô pq não sonho com um cara atraente e sedutor? Mas bueno, vou reproduzir meu diálogo com ele.

Van: Marx, o que você sentiu com o fim do Comunismo?

Marx: Que Comunismo? Como posso ter sentido algo se nunca houve Comunismo. O que teve foi um capitalismo de estado, Stalinismo, comunismo NUNCA.


Van: Tá, tá, mas e a ditadura do proletariado?

Marx: Não ocorreu a ditadura DO proletariado e sim a ditadura SOBRE o proletariado.


Van: Existe ainda o proletariado no Século XXI?
Marx: Bons tempos o Século XIX, onde se distinguia o proletário, do profissional liberal (que vocês hoje chamam classe média) do patrão, apenas pela vestimenta. Hoje em dia todo mundo se veste igual e tem os mesmos sonhos de consumo. Onde estão as oposições de classe? Todo mundo quer é comprar o tal carro e a tal marca.

Van: Você gosta do termo Marxismo?
Marx: Bom, sou um cara vaidoso, até que não me importo.. Mas o que me aborrece é um bando de gente que leu três páginas do que escrevi e enche a boca pra dizer: - Sou marxista! Ora vá..


Van: O que você acha do Brasil ter um presidente que foi um operário?

Marx: Achava ele mais interessante como representante de classe. Se opondo à patronal para poder avançar. Hoje ele compõem demais, negocia demais..

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Voltei de Poa mudada, diferente. Aconteceu que 'vi a cara da morte e ela estava viva'! VIVA! Fui para o aniversário de minha mãe e fiquei no litoral, meu pai também foi para lá e o Henris também. Dentre tantas outras pessoas eram quem mais eu queria ver.

O aniversário foi sexta, bebi e cantei até às 8 da manhã. Já estava há uns 2 dias de virada para poder ver todos e aproveitar os poucos dias no meu pago. Pois bueno, no sábado o Henris me convidou pra ver uma banda lá do Sul a Vera lôca num pub bem legal de Imbé, fomos com a irmã e o cunhado. Antes de ir eu disse que não tava muito a fim pois estava com 'pressentimentos', ele - que como eu, não cremos em bruxas, disse: deixa de bobagem..Fui até a casa dele com o carro da mãe e de lá fomos com o dele. Voltamos às 5 da manhã, e eu tinha bebido 2 copos de ceva - o que pra mim é como não beber. Mas, o sono tava pegando. Henris convidou para dormir lá, mas como a casa dele tava cheia de parentes eu tomei o rumo de casa. Devia ter ouvido meus 'pressentimentos'..

Dormi ao volante e capotei o carro. O que me salvou foi que naquele momento não haviam carros na pista - coisa rara nesta hora em que a gurizada está voltando das festas, e pq o carro parou numa duna de areia. A estrada é uma interpraias sem construções dos lados. Cara, os segundos entre acordar e acontecer tudo é tão maluco, só pensei: tô morta! O carro ficou de lado na duna, comecei a me tocar e vi que não tinha sangue. Fiquei de cara pelo estado do carro e de como eu não tinha um arranhãozinho, um hematomazinho, uma dorzinha.

Chamei a mãe e o Henris, que já veio com o médico. Minha mãe e cunhada abraçavam de sufocar. Como eu poderia ter sofrido aquele acidente eestar ali, sem nadica de nada...

Bueno, serve pra reflexão que a vida pode ir em segundinhos. Se você estiver cansado não pegue o carro. Se tiver sono não dirija.

Tô viva!!!!!



sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Tenho que terminar um texto hoje para entregar no banco. Aff é o prazo final e não consigo finalizá-lo. Por isso dei uma paradinha pra vir aqui escrever qualquer coisa que não seja sobre sistema bancário.

Finalmente vou pra Porto. Meu pai exigiu com palavras doces...Saudades do velho e do meu pago.

Ontem um FDP quase entrou no meu carro, aqui em BsB as pessoas dirigem mal pra caralho e ainda se acham cheias de razão.

A quem interessar possa pra 2011 passagens por 780 pilas ida e volta pra Rússia. Eu vou conhecer o país de muitos dos escritores que amo. Tá barbada hein? E pra lá brasileiro não precisa de visto, basta passaporte. Taí o link http://www.melhoresdestinos.com.br/passagens-aereas-baratas-russia.html




terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Estávamos na auto-estrada voando num carro que devia ter uns 30 anos de uso. Era classudo, um rabo de peixe que em seus dias de glória fizera bonita figura. Eu não ia ao volante. Nunca dirigi. Nunca gostei. Resquícios da forçação de meu pai, um cara que sonhou a metade da vida com um possante que nunca pode pagar. Meu velho é um camarada que nasceu numa dessas cidadezinhas minúsculas do Hemisfério Norte. Quando eu mal tocava nos pedais de um carro ele já me colocava na direção. Pobre diabo, eu nunca quis dirigir. Meus homens sempre o fizeram por mim. Mas nesse dia, corríamos feito loucos pela pista, sem medo nem frescuras. O cara do volante bebia doses em cada gole, eu fumava meu baseado tranquilamente tentando ver a paisagem que passava como em flashes. Concretamente, éramos um bando de desocupados sem culpa de sê-lo. Víviamos com recursos de pensões, pecúlios, etc,.. sem maiores preocupações em ter que garantir o sustento. O que ganhávamos dava pra pagar a bebida, o baseado e meter o pé na estrada. Parávamos somente para comer ou vomitar - incrível como a qualidade da bebida decaiu nesses últimos anos. Passávamos desapercebidos pelas cidades maiores, mas nas pequenas, praticamente éramos atrações de circo. Viajávamos em seis, transávamos entre nós, e com quem nos agradasse pelo caminho. Nunca nos aborrecíamos uns com os outros - havia uma espécie de pacto silencioso de não nos atentarmos com coisas que a maior parte das pessoas se aborreceria: pés sujos, migalhas pelo carro, baganas, falta de banho, bebidas derrubadas,..Não deixávamos que nada nos indispusesse uns com os outros. Você deve estar se perguntando:- Pô ,quem vive assim tão desencanado? Conviver é sinônimo de treta..Mas conosco não. O único pacto implícito era o de que quando começassem os atritos o grupo se separaria. O que ocorreu 13 meses e 21 dias após o início de tudo. Foi num final de tarde alaranjado, cada qual com seu copo na mão..