Eu com Janinha e Henri.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Piri no carná: peãozada, cachoeiras cheias e muiiito calor...Mas valeu ter pegado a estrada com céu bonito e muito verde. Na volta ainda deu pra curtir um pacotão e ver a ARUC no ceilambódromo. Eita que até no sambódromo eu fui..Para as solteiras no carnaval vai uma estratégia boa: comprem uma daquelas tiarinhas chifrinhos de diabo, pois o que tu vai ouvir de: - me leva pro infernoooo - não é mole hehehehe...
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Cutuco o nariz, gosto de pegar o farelo de pão que sobra na mesa, faço biquinho pra foto, adoro passar a mão em bicho, tenho fobia de bolo de ameixa, passeio em tudo que é mercado público, me desperta sensações 'fofas' pegar na mão de criança, não gosto de massagem, arroto e não fico envergonhada, ando descalça sempre que posso, durmo só com a parte de cima do pijama, quase nunca uso meia, não gosto de shopping, tenho paranóia da mão ficar cheia de manchas, só consigo dirigir descalça, não gosto que perguntem de onde eu vim, me faço de louca pra gente chata, gosto da mesa no pátio, bebo vinho quase todo dia, tenho sempre um livro no banheiro, não uso anéis, adoro brincos, casei duas vezes, não quero mais namorado, adoro sexo, não gosto de dormir de 'conchinha', amo ficar de papo até altas horas, não tenho paciência pra conversa idiota, fico em choque com filme bom, choro quando um livro acaba e nunca mas nunca me convide para ir num show sertanejo!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010

As três sentaram-se no divã bem baixo, sobre um ondulante mar de almofadas. A primeira a agir foi Leila, que deslizou a mão chão de jóias por baixo das saias de Bijou e arfou levemente de surpresa com o inesperado toque de pele onde esperava encontrar roupa íntima sedosa. Bijou deitou-se de costas e voltou a boca para Elena, seu vigor tentado pela fragilidade de Elena, vendo pela primeira vez como era se sentir um homem e sentir a fragilidade de uma mulher curvando-se sob o peso de uma boca, a pequena cabeça abaixada para trás por suas mãos pesadas, o cabelo leve esvoaçando ao redor. As mãos fortes de Bijou circundaram deleitadas o pescoço delicioso. Ela segurou a cabeça entre as mãos como uma taça, para beber da boca longos goles do hálito de néctar, com a língua ondulando. Leila teve um momento de ciúme. Cada carícia que dava a Bijou, Bijou transmitia a Elena — a mesmíssima carícia. Depois de Leila beijar a boca luxuriante de Bijou, Bijou tomou os lábios de Elena entre os seus. Quando a mão de Leila deslizou adiante por baixo do vestido de Bijou, Bijou deslizou a mão sob o vestido de Elena. Elena não se mexeu, enchendo-se de languidez. Então Leila deslizou sobre os joelhos e usou as duas mãos para afagar Bijou. Quando levantou o vestido de Bijou, Bijou atirou o corpo para trás e fechou os olhos para sentir melhor os movimentos das mãos cálidas e incisivas. Elena, vendo Bijou oferecida, ousou tocar o corpo voluptuoso e seguir cada contorno das curvas fartas — um leito de carne prostrada, suave e firme, sem ossos, cheirando a sândalo e almíscar. Os mamilos de Elena endureceram quando ela tocou os seios de Bijou. Quando sua mão passou pelas nádegas, de Bijou, encontrou a mão de Leila. Então Leila começou a se despir, expondo um pequeno corselete de cetim negro e macio que prendia as meias com minúsculas ligas negras. As coxas esguias e brancas fulguravam, o sexo permanecia na obscuridade. Elena soltou as ligas para observar as pernas polidas emergirem. Bijou puxou seu vestido por cima da cabeça e então reclinou-se para a frente para terminar de tirá-lo; ao fazer isso, expôs as nádegas por completo, as covinhas na base da espinha, o arco das costas. Então Elena deslizou para fora de seu vestido. Estava usando roupas íntimas de renda negra com as fendas na frente e atrás, exibindo apenas as laterais sombreadas de seus segredos sexuais. Sob os pés delas havia uma grande pele branca. Caíram sobre esta, os três corpos em harmonia, mexendo-se um contra o outro para sentir seio contra seio e barriga contra barriga. Deixaram de ser três corpos. Transformaram-se todos em bocas, dedos, línguas e sensações. As bocas procuravam uma outra boca, um mamilo, um clitóris. (...)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Em meio a dinheiro em cuecas, meias e afins -êita Rebública das Bananas, mais de 40 empresas estão envolvidas no panetonegate, nome muito condizente com o espírito natalino. Gosto de ver que até na hora de roubar quem é chinelo se revela. O cara que é um ladrão refinado abre conta na suíça pra desviar a grana sem rastreá-la. O ladrão chinelo pega maços e maços contento 200, 300 mil e coloca na meia...É a cara da elite do DF, que acha o sudoeste um bairro chique. A elite do Df além de ser escrota é brega pracarai..Mas o que me chama mais a atenção nisso tudo é que o Arruda- aquele que renunciou ao senado para não ser cassado e foi eleito novamente- só foi denunciado agora, às portas de 2010, ano de eleição. Se não tiver a mão do Roriz nisso tudo eu dou as minhas em sacrifício. A raposa velha tá jogando a merda pra poder voltar com tudo para os braços do povo ano que vem. Triste comemoração de 50 anos a cidade terá. E eu pensando em transferir o título. Difícil votar no DF.
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